2 de jun de 2016

Minha bagagem.

                      
(Você pode ler ao som de Fresno - Infinito.)


Eu gostaria de me fechar em uma bolha de vez em quando,
Ficar lá por uns bons meses,
Até quem sabe o meu humor voltar ao normal,
Um lugar onde só eu precise me aguentar,
Ninguém é obrigado a aguentar minhas crises,
Como eu não posso mais ser aquela criança que a única preocupação era assistir os meus desenhos animados favoritos durante toda a manhã,
Busco consolo no melhor lugar do mundo:
Nós meus livros.

Eu não sei ser meio termo,
Ou eu estou feliz demais, e rio só de olharem pra mim,
Ou eu sou insuportável demais ao ponto de não querer olhar na cara de ninguém.

Eu sou assim,
Cheia de traumas,
Cheia de magoas,
Quem não as tem?

Mas eu também tenho meus encantos,
Não me julgue por um momento,
Eu sou uma vida inteira,
De erros e acertos.

Sou assim,
Alguém que tenta o tempo todo camuflar seus sentimentos,
Eu posso ser rude,
Eu sei o quanto quando eu quero eu consigo ser ruim,
Mas depois isso acaba comigo.

Eu sou de aquário meu amor,
Com vênus em aries,
Sou de dentro pra fora,
Pra me conhecer você precisa conviver,
Eu não me mostro pra todos,
Não que eu seja difícil, longe disso,
Eu sou a insegurança, misturada com a minha confiança,
De quem quer tudo.

Alguém que sempre deixa uma mala, embaixo da cama, para quem sabe qualquer dia desses eu não tenha coragem o suficiente, de coloca-la nas costas e voar por ai.

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